terça-feira, 5 de maio de 2009

on the future

At any moment we are free to act toward the future we desire.


in Heinz Von Foerster, 1971, "Perception of the Future and the Future of Perception", Twenty-fourth Annual Conference on World Affairs at the University of Colorado, Boulder, Colorado, U.S.A.

on information and knowledge

The primordial and most proprietary processes in any man and, in fact, in any organism, namely “information and “knowledge,” are now persistently taken as commodities, that is as substance. Information is, of course, the process by which knowledge is acquired, and knowledge is the processes that integrate past and present experiences to form new activities, either as nervous activity internally perceived as thought and will, or externally perceivable as speech and movement (Maturana, 1970, 1971; Von Foerster, 1969,1971).
Neither of these processes can be “passed on” as we are told in phrases like “. . . Universities are depositories of Knowledge which is passed on from generation to generation,” etc., for your nervous activity is just your nervous activity and, alas, not mine.
No wonder that an educational system that confuses the process of creating new processes with the dispensing of goods called “knowledge” may cause some disappointment in the hypothetical receivers, for the goods are just not coming: there are no goods.
Historically, I believe, the confusion by which knowledge is taken as substance comes from a witty broadsheet printed in Nuremberg in the Sixteenth Century. It shows a seated student with a hole on top of his head into which a funnel is inserted. Next to him stands the teacher who pours into this funnel a bucket full of “knowledge,” that is, letters of the alphabet, numbers and simple equations. It seems to me that what the wheel did for mankind, the Nuremberg Funnel did for education: we can now roll faster down the hill.
Is there a remedy? Of course, there is one! We only have to perceive lectures, books, slides and films, etc., not as information but as vehicles for potential information. Then we shall see that in giving lectures, writing books, showing slides and films, etc., we have not solved a problem, we just created one, namely, to find out in which context can these things be seen so that they create in their perceivers new insights, thoughts, and actions.


in Heinz Von Foerster, 1971, "Perception of the Future and the Future of Perception", Twenty-fourth Annual Conference on World Affairs at the University of Colorado, Boulder, Colorado, U.S.A.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

OqueStrada

Amor à primeira vista:

CD - TascaBeat o sonho português...

nas lojas e no Myspace

campanha eleitoral na sociedade da informação

Date: Mon, 27 Apr 2009 11:51:55 +0100
From:
To:
Subject: Fwd: o que Vital Moreira pensa dos professores


----- Mensagem encaminhada de -----
Data: Mon, 27 Apr 2009 11:16:49 +0100
De:
Assunto: o que Vital Moreira pensa dos professores


"ele é" cada um melhor que o outro! :P

(mas é para votar nele e o mandar para fora do país??) ;)


From: info.maceira-owner@prof2000.pt [mailto:info.maceira-owner@prof2000.pt] On Behalf Of Nuno Silva
Sent: quinta-feira, 23 de Abril de 2009 19:39
To: info.maceira@prof2000.pt
Subject: o que Vital Moreira pensa dos professores
Divulguem junto de todos os professores que conhecem o que Vital Moreira pensa dos professores Vital Moreira, reputado professor de Direito da Universidade de Coimbra, foi, este fim-de-semana, no Congresso do Partido Socialista, dado a conhecer como cabeça de lista deste partido nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.
Vital Moreira é uma personalidade com um passado e um presente político conhecido de boa parte dos portugueses. O que, talvez, nem todos saibam é que este mestre de Direito nutre um profundo desprezo pela classe docente, só comparável ao da actual Ministra da Educação.
De facto, em 18 de Novembro de 2008, no jornal "Público", Vital Moreira faz um dos ataques mais rasteiros e mais odiosos que me foi dado ler em todo este processo de luta dos professores contra o actual sistema de avaliação. Que diz aí Vital Moreira? Básicamente quatro coisas, a saber:
a) Que não existe qualquer razão para que os professores não sejam avaliados para efeitos de progressão na carreira,
b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leis do país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que não é aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação do actual modelo de avaliação;
c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foi congeminada pelo Ministério da Educação;
d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe docente.
Este é o pensamento de Vital Moreira, onde a sua veia caceteira surge bem expressa. Mas, mais do que isso, este texto, publicado no "Público", revela-nos um verdadeiro guia político da acção do Ministério da Educação contra os professores.
Que cada colega não perca a memória e dê a devida resposta a este senhor nas eleições para o Parlamente Europeu, é o mínimo que está ao nosso alcance.


----- Finalizar mensagem encaminhada -----


Haveria movimento dos professores se não tivesse havido Plano Tecnológico?

domingo, 3 de maio de 2009

Every Day is Exactly the Same


I believe I can see the future
'Cause I repeat the same routine
I think I used to have a purpose
And then again that might have been a dream
I think I used to have a voice
Now I never make a sound
I just do what I've been told
I really don't want them to come around, oh no

Every day is exactly the same
Every day is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Every day is exactly the same

I can feel their eyes are watching
In case I lose myself again
Sometimes I think I'm happy here
Sometimes - yeah - I still pretend
I can't remember how this all got started
But I can tell you - exactly - how it will end

Every day is exactly the same
Every day is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Every day is exactly the same

I'm writing on a little piece of paper
I'm hoping someday you might find
I'll hide it behind something
They don't look behind
I am still inside here
A little bit comes bleeding through
I wish this could have been any other way
I just don't know what else I can do

Every day is exactly the same
Every day is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Every day is exactly the same

And I've rehearsed my lines
And I know what's coming next


Nine Inch Nails
With Teeth

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Trabalho de casa

Ficha de tpc, 1º ano do 1º ciclo:


Ordena as palavras e forma frases:

- vai de O mota Gaspar até vila à

- duas horas. A acabou festa às

- Paulino. fisga é do Esta

- está Neste bosque escuro. muito

- Houve rusga uma bairro. no

Reality Show

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Isto parece normal mas não é...

Gripe suína aumenta faturamento de empresas
Yahoo Notícias

PARIS (AFP) - O risco de pandemia de gripe suína suscita preocupação em todo o mundo, mas também aumenta o faturamento de algumas empresas, sobretudo as que fornecem máscaras e luvas esterilizadas.
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Na Ásia e na Europa, as consequências da epidemia de gripe suína podem se revelar benéficas para algumas atividades.

Na Bolsa suíça, o gigante farmacêutico Roche foi um dos raros títulos a registrar uma valorização (+1,38%, a 146,50 francos), graças ao aumento potencial das vendas de sua vacina Tamiflu, eficiente contra a gripe suína. Contudo, o grupo ainda não recebeu qualquer demanda da Organização Mundial da Saúde (OMS) para disponibilizar seus estoques de antigripal.

Na Bolsa de Londres, o grupo britânico GlaxoSmithKline (GSK), que produz o antigripal Relenza, perdeu 1,48%, estabelecendo-se a 1.048 pence. Já na Bolsa de Kuala Lumpur, as ações dos fabricantes de luvas de látex Top Glove e Latexx ganharam, respectivamente, quase 12% e 8,8% na segunda-feira. Hoje, o título da Latexx subiu mais 8,8%.

"Os investidores apostam nesses fabricantes de luvas porque estão convencidos de que eles vão se beneficiar com a pandemia, como foi o caso em 2003", comentou um corretor na Bolsa da Malásia.

A Ásia ainda está traumatizada com a crise da pneumonia atípica (SRAS) que surgiu em novembro de 2002 na província chinesa de Guangdong (sul) antes de deixar mais de 800 mortos em todo o mundo, 350 deles na China.

No mesmo ano, o vírus altamente patogênico da gripe aviária, o H5N1, apareceu na Ásia e matou mais de 250 pessoas, a maioria no sudeste asiático.

Na Bolsa de Sydney, as ações do laboratório Rockeby Biomed, que desenvolveu um "teste rápido" da gripe A (da mesma família que a gripe suína), aumentaram 78% somente nesta terça-feira.

Os investidores "compraram com convicção", observou Chris Weston, analista da IG Markets.

"Os títulos das empresas que dependem da evolução da situação sanitária aumentaram muito", acrescentou.

Assim, as ações da companhia farmacêutica Biota recuaram 3,2% nesta terça-feira, mas unicamente por causa das tomadas de benefícios depois de ter registrado na véspera um aumento de quase 80%.

Na China, os investidores também se voltaram para empresas farmacêuticas ou ligadas à saúde animal, suscetíveis de lucrar com a epidemia de gripe suína.

O título da China Animal Husbandry Industry, que fabrica produtos para a saúde animal, ganhou mais de 5% nesta terça-feira, depois de subir 10% na véspera.

A empresa farmacêutica Inner Mongolia Jinyu Group também registrou uma alta de 10% na segunda-feira.

Na Índia, o Cipla, que produz a versão genérica do antiviral Tamiflu, se disse nesta terça-feira disposto a fornecer 1,5 milhão de doses. Cipla e o outro laboratório indiano, Ranbaxy, já tinham fornecido antiviral a vários países asiáticos durante a epidemia de gripe aviária em 2006.


É repugnante que existam ser humanos a investir nisto
É também repugnante que os jornais observem sob esta perspectiva como se fosse normal
Quanto mais será justificado com a crise?

domingo, 26 de abril de 2009

temos os que merecemos

Mas o pior é mesmo o preâmbulo do email em que a noticia circula. não se percebe bem a lógica mas percebe-se a intenção.



----- Original Message -----
From:
To: undisclosed recipients
Sent: Sunday, April 26, 2009 8:57 PM
Subject: Fwd: Alunos de Penacova condenados por se manifestarem contra o estatuto do aluno



Alunos de Penacova condenados por se manifestarem contra o estatuto do aluno

Meus amigos, esta situacao so sera possivel em estados tiranicos do terceiro Mundo ou num pequeno pais europeu (que por estas e por outras possivelmente devia ter ficado preso a Africa e nao a Europa), (des)Governado por um Primeiro Ministro JOSE SOCRATES.

Salazar, volta que esta perdoado e ve la se ainda consegues limpar o pais de toda esta merda que por aqui anda...

E depois admiram-se que o suposto maior tirano portugues do seculo seja eleito a figura publica mais prestigiada pelo portugueses... pudera, com governos destes!


---------- Forwarded message ----------
From:
Date: 2009/4/22
Subject: Alunos de Penacova condenados por se manifestarem contra o estatuto do aluno
To:


Exmos. Senhores

Em anexo um comunicado da Associação de Pais e Encarregados de Educação de Penacova a propósito da condenação de três alunos, por... participação em manifestação contra o estatuto do aluno! Segue também cópia da sentença, onde apagámos os nomes, a pedido dos seus pais.
Agradecemos a V. melhor atenção e toda a divulgação que o assunto e anossa indignação merece.

Com os melhores cumprimentos,

25 de Abril de 2009

Três alunos de Penacova cumprem serviço comunitário após manifestação na escola
23.04.2009 - 00h14 André Jegundo
in Público

Três alunos da Escola Secundária de Penacova vão cumprir 20 horas de serviço comunitário por terem tentado encerrar a escola a cadeado durante uma manifestação contra o Estatuto do Aluno, em Novembro passado.

Os estudantes, agora com 18 anos de idade, foram constituídos arguidos pela eventual prática do crime de coacção e por proposta do Ministério Público (MP), com a concordância dos próprios, vão prestar serviço comunitário de modo a evitar uma possível acusação e condenação. Contudo, os pais e a associação de encarregados de educação da escola estão “indignados” e dizem que os estudantes “sofreram na prática uma condenação”.

Por proposta do MP de Penacova, e com a concordância de uma juíza de instrução criminal, o processo de que os estudantes são alvo foi suspenso durante quatro meses e as 20 horas de “serviço de interesse público” devem ser prestadas “no estabelecimento de educação onde foram praticados os factos”, refere o despacho do MP. Ao mesmo tempo, os três jovens vão ser acompanhados pelo Centro de Observação e Acção Social de Coimbra, onde ontem marcaram presença pela primeira vez.

O caso remonta a 17 Novembro do ano passado, quando Fábio, Gonçalo e Eduardo se preparavam para encerrar o portão da escola a cadeado no dia de uma manifestação contra o Estatuto do Aluno. Uma patrulha da GNR que se encontrava no local impediu-os de encerrar a escola e os estudantes acabaram por ser identificados. “Não chegámos a colocar o cadeado porque a GNR falou connosco e disse-nos que, se o fizéssemos, poderíamos ter problemas”, refere Gonçalo.

Depois de ter identificado os estudantes, a GNR elaborou um auto da ocorrência que foi enviado para o MP. “Os miúdos foram posteriormente chamados a prestar declarações no Ministério Público e foi então que tiveram conhecimento de que estavam indiciados pela eventual prática do crime de coacção por terem tentado encerrar a escola”, revela Patrícia Luís, advogada de um dos estudantes. Os pais dos alunos não compreendem por que razão os estudantes foram envolvidos no processo mesmo não tendo encerrado a escola, mas a advogada lembra que o crime de coacção é punível “também na forma tentada”.

Os advogados que representam os estudantes aconselharam-nos a aceitar a proposta de suspensão do processo formalizada pelo MP de modo a evitar uma eventual acusação. Ilda Simões, advogada de dois dos estudantes, defende que esta foi a “melhor forma” de terminar o processo. “Julgo que é uma forma didáctica de lhes mostrar que têm o direito de se manifestar e de fazer greve mas que não podem impedir os outros de entrar na escola, como pretendiam naquele dia”, defende. Opinião diferente têm os pais dos alunos, que dizem não compreender por que razão os estudantes têm de cumprir serviço comunitário se “não praticaram qualquer crime”. Paula Bernardes e Pedro Santo, mãe e pai de dois dos alunos envolvidos, defendem que o caso devia ter sido resolvido “dentro da escola, no âmbito de um processo disciplinar e não através de um processo judicial”, posição defendida pela associação de pais da escola que ontem emitiu um comunicado a criticar a actuação da justiça.

Também ontem a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) “condenou” a situação em que os três estudantes estão envolvidos, defendendo que se trata de um caso “grave, que atenta contra a liberdade de expressão”. “Estão a ser tratados como verdadeiros delinquentes e não são”, declarou Maria José Viseu, presidente da CNIPE

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Religião e alterações climáticas não combinam?!

Just what is it with evangelical Christians and global warming?
Leo Hickman
guardian.co.uk, Friday 17 April 2009

The poll canvassed views on climate change among the "major religious traditions" in the US. Surprise, surprise, it shows that "white evangelical Protestants" were the group with the lowest level – 34% of those surveyed – of acceptance that there is solid evidence that global warming is real and that it is attributable to humans. This compares with 47% of the total US population (still startlingly low), and 58% of those surveyed who "had faith" but who were unaffiliated to any particular religious tradition.
...
But I think the We Get It! declaration makes better sense when you learn that it is backed by the Family Research Council and its spokesperson Tony Perkins (no, not the one in Psycho – I think) who says that "we cannot justify policies that make food and energy more expensive on the grounds that we're fighting against an environmental threat that is at best speculative". (Head over to the "issues" page of the Family Research Council for a sample of its other viewpoints – its views on homosexuality are pretty enlightening.)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

muito sério e comovente



in PhD Comics

segunda-feira, 20 de abril de 2009

(sigh)




















copos

“No Booze? You May Lose: Why Drinkers Earn More Money Than Nondrinkers” Bethany L. Peters and Edward Stringham, Journal of Labor Research, vol. 27, no. 3, Summer 2006, pp. 411–21

from Improbable Research

sábado, 18 de abril de 2009

coerência

Um texto de um professor de física despedido por dar A+ a todos os estudantes.

Education for More Anarchy
by Denis G. Rancourt (Professor of Physics, University of Ottawa)

Education should not create experts. It should make experts irrelevant.

“[we call for] full education, all-round education, and complete education, so that no class may exist above [the masses of the people] superior by its knowledge, so that the aristocracy of the intellect may protect and direct them – that is, exploit them. We say that this so-called aristocracy of the intellect is the most hateful, scornful, insolent, and oppressive of all the aristocracies that have, each in its
turn and sometimes all at once, oppressed human society.”
- Bakunin, The Hypnotizers (~1870)

Call it “the knowledge economy” and believe that patents are something other than capital’s tax on the commons of creativity – that patents are something other than contracts for exploitation of the militarily-contained Third World, and of the First World citizenry (e.g., pharmaceuticals) and of everything. Or call it “economics” and believe that it is something other than a religion of wage slavery and capitalist
exploitation. Or call it modern medicine and believe that it has something to do with health rather than sustaining sickness and its profits.
And on
and on.

Institutionalized education brings us into The Lie, that we may serve the
master and not rebel. We are taught that the “power of ideas” must substitute revolutionary action, that mind-masturbation in elite circles will free humanity from injustice.

Bakunin sees the purpose of all-round education as making an individual who “grasps more fully the nature of his surroundings because he better understands those facts which are called the laws of nature and society and which interconnect natural and social events – that that person will feel freer in nature and society […]”
- Bakunin, All-Round Education (~1870)

By contrast, my learned colleagues expound that the masses of the people should “learn more science” but their clear intent is to make them more receptive to the authority of the expert scientists, who themselves are specialized into unquestioning servitude.

My colleagues confuse “freer in nature and society” with “more able to integrate the hierarchy of relative advantages.” They confuse freedom and servitude. They confuse independent thought and ass-licking (to use a biological term).

There are two kinds of “education”: all-round education that frees the human spirit and indoctrination. In our modern plutocracies, the latter is dispensed by the state, in the service of the capital masters and is achieved by the perfected devices of the grades carrot-and-stick (regurgitation on demand) and mindless specialization. In this scheme, “critical thinking” means seamless indoctrination, total assimilation of the master’s ideology.

All-round education cannot be achieved by a series of parallel classrooms in which academic subjects are disciplinally detached from each other and from student realities. However, such a scheme is by design perfect for disrupting natural thought and development patterns, disallowing discourse, and instilling Pavlovian responses to segmented technical abilities to serve capital.

All-round education requires freedom and makes more freedom. All-round education requires relevance and involvement, not forced abstraction and detachment, and creates more relevance and involvement.
Apathy and cynicism are the natural outcomes of state education, which produces infantile consumers, atomized automatons, and service intellectuals at the highest levels. Fortunately, the system is only near-perfect. Nature has a way of preserving itself.

Fight the system or be neutralized. Take back your life.


Existe uma petição para a sua reintegração, mas não será contraditória com o espírito do texto?!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Albert Einstein's Theory of Relativity In Words of Four Letters or Less

[ 0 ]

So, have a seat. Put your feet up. This may take some time. Can I get you some tea? Earl Grey? You got it.

Okay. How do I want to do this? He did so much. It's hard to just dive in. You know? You pick a spot to go from, but soon you have to back up and and go over this or that item, and you get done with that only to see that you have to back up some more. So if you feel like I'm off to the side of the tale half the time, well, this is why. Just bear with me, and we'll get to the end in good time. Okay?

Okay. Let's see....

quinta-feira, 2 de abril de 2009

MOBA



The Museum Of Bad Art was founded the night Scott Wilson pulled this painting from a trash pile on a Boston street. It is the cornerstone upon which the entire institution was built.

terça-feira, 24 de março de 2009

LIFE no Google





O Google imagens tem agora integrado o arquivo fotográfico da LIFE

sábado, 21 de março de 2009

Boa, Obama!

Família Obama vai plantar uma horta biológica nos jardins da Casa Branca
20.03.2009 - 16h21 Helena Geraldes
in Público Online

A família Obama vai plantar no jardim da Casa Branca brócolos, alfaces, ervilhas, cebolas e espinafres, uma horta biológica ao cuidado do próprio pessoal da Casa Branca, noticiou hoje a imprensa americana. A primeira-dama, Michelle Obama, quer promover hábitos saudáveis junto das crianças.

A “primeira semente” será lançada hoje, numa cerimónia que terá como anfitriã Michelle Obama e onde participarão alunos da Escola Primária de Bancroft, noticia o “Washington Post”. Estes continuarão a ajudar a plantar as sementes e a colher os vegetais.

“Estamos a trabalhar num novo e maravilhoso projecto para o jardim”, contou Michelle Obama à revista “O”, de Oprah Winfrey, edição de Abril.

“Queremos usá-lo como instrumento de educação, para falar sobre a saúde e que delicioso é comer alimentos frescos, como os podemos colher e torná-los parte de uma dieta saudável”, acrescentou.

Os talhões para os 55 tipos de vegetais serão plantados na parte Sul dos terrenos da Casa Branca. Katie McCormick Lelyveld, porta-voz da Casa Branca, garantiu que toda a família Obama vai estar envolvida nos trabalhos da horta. Apesar de a manutenção dos jardins ser da responsabilidade do Serviço Nacional de Parques, a horta será plantada e cuidada pela própria Casa Branca. Desta horta deverão sair vegetais e ervas aromáticas para a família e convidados.

Além dos legumes, haverá morangos, ervas aromáticas e duas colmeias, entregues aos cuidados de um carpinteiro da Casa Branca que também é apicultor.

As sementes serão orgânicas, assim como os fertilizantes e repelentes de insectos.

Segundo o “Washington Post”, há dez anos que vários movimentos pedem uma horta biológica no jardim da Casa Branca. “Nada poderia ser mais entusiasmante”, comentou Alice Waters ao jornal. Waters é “chef” do restaurante Chez Panisse, em Berkeley, Califórnia, e que desde a primeira administração Clinton pede uma horta na Casa Branca.

Mas a horta dos Obama não será a primeira na Casa Branca. O Presidente John Adams (1797 – 1801) plantou uma em 1800. Em 1918, Woodrow Wilson (1913 – 1921) levou ovelhas para fertilizar os relvados da Casa Branca e conservar recursos num palco de guerra. Em 1943, Eleanor Roosevelt plantou um jardim da vitória, inspirando milhões de norte-americanos a plantar os seus próprios alimentos durante e Segunda Grande Guerra.

Os esforços recentes têm sido mais modestos, conta o jornal. Jimmy Carter, em 1978, recusou os pedidos para a plantação de uma horta. Nos anos Clinton foi plantada uma pequena horta no telhado da Casa Branca, tendo sido rejeitada a ideia de uma horta nos jardins por alterar a concepção formal dos terrenos.