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segunda-feira, 4 de maio de 2009

campanha eleitoral na sociedade da informação

Date: Mon, 27 Apr 2009 11:51:55 +0100
From:
To:
Subject: Fwd: o que Vital Moreira pensa dos professores


----- Mensagem encaminhada de -----
Data: Mon, 27 Apr 2009 11:16:49 +0100
De:
Assunto: o que Vital Moreira pensa dos professores


"ele é" cada um melhor que o outro! :P

(mas é para votar nele e o mandar para fora do país??) ;)


From: info.maceira-owner@prof2000.pt [mailto:info.maceira-owner@prof2000.pt] On Behalf Of Nuno Silva
Sent: quinta-feira, 23 de Abril de 2009 19:39
To: info.maceira@prof2000.pt
Subject: o que Vital Moreira pensa dos professores
Divulguem junto de todos os professores que conhecem o que Vital Moreira pensa dos professores Vital Moreira, reputado professor de Direito da Universidade de Coimbra, foi, este fim-de-semana, no Congresso do Partido Socialista, dado a conhecer como cabeça de lista deste partido nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.
Vital Moreira é uma personalidade com um passado e um presente político conhecido de boa parte dos portugueses. O que, talvez, nem todos saibam é que este mestre de Direito nutre um profundo desprezo pela classe docente, só comparável ao da actual Ministra da Educação.
De facto, em 18 de Novembro de 2008, no jornal "Público", Vital Moreira faz um dos ataques mais rasteiros e mais odiosos que me foi dado ler em todo este processo de luta dos professores contra o actual sistema de avaliação. Que diz aí Vital Moreira? Básicamente quatro coisas, a saber:
a) Que não existe qualquer razão para que os professores não sejam avaliados para efeitos de progressão na carreira,
b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leis do país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que não é aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação do actual modelo de avaliação;
c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foi congeminada pelo Ministério da Educação;
d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe docente.
Este é o pensamento de Vital Moreira, onde a sua veia caceteira surge bem expressa. Mas, mais do que isso, este texto, publicado no "Público", revela-nos um verdadeiro guia político da acção do Ministério da Educação contra os professores.
Que cada colega não perca a memória e dê a devida resposta a este senhor nas eleições para o Parlamente Europeu, é o mínimo que está ao nosso alcance.


----- Finalizar mensagem encaminhada -----


Haveria movimento dos professores se não tivesse havido Plano Tecnológico?

domingo, 26 de abril de 2009

25 de Abril de 2009

Três alunos de Penacova cumprem serviço comunitário após manifestação na escola
23.04.2009 - 00h14 André Jegundo
in Público

Três alunos da Escola Secundária de Penacova vão cumprir 20 horas de serviço comunitário por terem tentado encerrar a escola a cadeado durante uma manifestação contra o Estatuto do Aluno, em Novembro passado.

Os estudantes, agora com 18 anos de idade, foram constituídos arguidos pela eventual prática do crime de coacção e por proposta do Ministério Público (MP), com a concordância dos próprios, vão prestar serviço comunitário de modo a evitar uma possível acusação e condenação. Contudo, os pais e a associação de encarregados de educação da escola estão “indignados” e dizem que os estudantes “sofreram na prática uma condenação”.

Por proposta do MP de Penacova, e com a concordância de uma juíza de instrução criminal, o processo de que os estudantes são alvo foi suspenso durante quatro meses e as 20 horas de “serviço de interesse público” devem ser prestadas “no estabelecimento de educação onde foram praticados os factos”, refere o despacho do MP. Ao mesmo tempo, os três jovens vão ser acompanhados pelo Centro de Observação e Acção Social de Coimbra, onde ontem marcaram presença pela primeira vez.

O caso remonta a 17 Novembro do ano passado, quando Fábio, Gonçalo e Eduardo se preparavam para encerrar o portão da escola a cadeado no dia de uma manifestação contra o Estatuto do Aluno. Uma patrulha da GNR que se encontrava no local impediu-os de encerrar a escola e os estudantes acabaram por ser identificados. “Não chegámos a colocar o cadeado porque a GNR falou connosco e disse-nos que, se o fizéssemos, poderíamos ter problemas”, refere Gonçalo.

Depois de ter identificado os estudantes, a GNR elaborou um auto da ocorrência que foi enviado para o MP. “Os miúdos foram posteriormente chamados a prestar declarações no Ministério Público e foi então que tiveram conhecimento de que estavam indiciados pela eventual prática do crime de coacção por terem tentado encerrar a escola”, revela Patrícia Luís, advogada de um dos estudantes. Os pais dos alunos não compreendem por que razão os estudantes foram envolvidos no processo mesmo não tendo encerrado a escola, mas a advogada lembra que o crime de coacção é punível “também na forma tentada”.

Os advogados que representam os estudantes aconselharam-nos a aceitar a proposta de suspensão do processo formalizada pelo MP de modo a evitar uma eventual acusação. Ilda Simões, advogada de dois dos estudantes, defende que esta foi a “melhor forma” de terminar o processo. “Julgo que é uma forma didáctica de lhes mostrar que têm o direito de se manifestar e de fazer greve mas que não podem impedir os outros de entrar na escola, como pretendiam naquele dia”, defende. Opinião diferente têm os pais dos alunos, que dizem não compreender por que razão os estudantes têm de cumprir serviço comunitário se “não praticaram qualquer crime”. Paula Bernardes e Pedro Santo, mãe e pai de dois dos alunos envolvidos, defendem que o caso devia ter sido resolvido “dentro da escola, no âmbito de um processo disciplinar e não através de um processo judicial”, posição defendida pela associação de pais da escola que ontem emitiu um comunicado a criticar a actuação da justiça.

Também ontem a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) “condenou” a situação em que os três estudantes estão envolvidos, defendendo que se trata de um caso “grave, que atenta contra a liberdade de expressão”. “Estão a ser tratados como verdadeiros delinquentes e não são”, declarou Maria José Viseu, presidente da CNIPE

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

The Googlization of our lives

From Eurozine

"Search is the way we now live. With the dramatic increase of accessed information, we have become hooked on retrieval tools." However, argues net critic Geert Lovink, the "Googlization of our lives" will continue for as long as we "remain obsessed with the diminishing quality of the answers to our queries -- and not with the underlying problem, namely the poor quality of our education and the diminishing ability to think in a critical way."

While the online flood of disinformation is a result of the absence of an editorial principle, it is not "up to any editor or coder to decide for us what is and what is not nonsense. This should be a distributed effort, embedded in a culture that facilitates and respects difference of opinion. We should praise the richness and make new search techniques part of our general culture."

"As long as the gap between new media culture and major governing, private and cultural institutions is reproduced, a thriving technological culture will not be established. [...] Besides imagination, collective will and a good dose of creativity, Europeans could mobilize their unique quality to grumble into a productive form of negativity. The collective passion for reflection and critique could be used to overcome the outsider syndrome many feel in their assigned role as mere users and consumers."

It is time to stop searching and start questioning.

Geert Lovink
The society of the query and the Googlization of our lives
A tribute to Joseph Weizenbaum
http://www.eurozine.com/articles/2008-09-05-lovink-en.html

terça-feira, 16 de outubro de 2007

sem comentarios

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

the UK observer: profissoes

A prova de que as reformas do New Public Management ainda nao conseguiram destruir totalmente a relacao entre os medicos e os doentes no sistema nacional de saude ingles.

British doctors are to rebel against high prices set by pharmaceutical companies for their products by giving patients a cheap but unlicensed drug that prevents blindness, the Guardian has learned.


Isto deve chatear o Le Grand.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Debates Sonantes

E agora algo positivo. A Soundings tem um debate online preparatorio da sua conferencia de 30 de Junho. Entre varios artigos que podem ser lidos e comentados ha:

- Robin Blackburn, Economic Democracy: Is It Meaningful, Desirable, Feasible?
- Robin Blackburn, Building Equality from the Ground Up An Outline Proposal for a Global Pension (and Youth Grant)
- Edward Fullbrook, Post-autistic economics
- David Purdy, Human happiness and the stationary state
- Jonathan Rutherford, Living Well
- Kate Soper, The other pleasures of post-consumerism
- Andrea Westall, Economics as if people mattered
- Fiona Williams, A good-enough life: developing the grounds for a political ethic of care

AQUI